Nova Parceria - Maurício Gomyde


Biografia
Nasci em São Paulo, capital. Meu pai é engenheiro e minha mãe pianista. Quando eu tinha 3 anos, meu pai foi chamado trabalhar no Ministério da Indústria e Comércio e viemos todos pra Brasília. Culpa da mudança da capital...

  Brasília sempre foi uma cidade estranha. Bom, pelo menos pra quem é de fora. Mas eu já me considero brasiliense, e adoro isso aqui. Não mudo nem por decreto! rs Acho que é a cidade mais bonita do mundo, e, pelo menos quanto ao céu, isso é indiscutível!
  
Sou são-paulino, geminiano, escritor, músico (compositor, baterista, vocalista), gosto de comer qualquer coisa, menos fígado de boi, dobradinha e buchada de bode. Minhas comidas preferidas são bacalhau e a combinação arroz, feijão, carne moída, ovo e banana. Bebo pouco, prefiro cerveja. Nunca fumei, não fumo, nunca fumarei. Cigarros de qualquer espécie! Drogas, nem pensar. Também de qualquer espécie.

Estudei Engenharia Mecânica na UnB. Abandonei. Depois fui pra Ciência da Computação, também na UnB. Abandonei. Em seguida, consegui me formar em Processamento de Dados, pena Uneb. Finalmente! Depois, estudei dois anos de cinema, na UnB. Abandonei, também! Não sei se gostava de fazer vestibular, mas confesso que o gosto de abandonar o curso era amargo. Fazer o quê? Aconteceu... Sobrevivi e cá estou!
   
Música

Como não havia muito o que fazer em Brasília nos anos 80, acabei montando uma banda, aos 14 anos. Pedi uma bateria de aniversário e ganhei. Coisa de mãe musicista, porque bateria é, em geral, o terror dos pais. Mas ela compreendeu, sabe o que é a música e quando ela entra no sangue.

 

Minha primeira banda se chamava "Restus Humanus". Bom, uma banda com um nome desse jamais faria sucesso mesmo. O ponto alto da carreira foi quando literalmente acabamos com uma festa. Tocamos tão mal que a maioria foi embora do lugar. Vexame total!

Ensaiávamos quase todos os dias na minha casa, e início de banda todo mundo sabe como é: você toca a mesma música o ensaio todo! Isso resultou em que um dia tive que comparecer à delegacia por conta da queixa dos vizinhos, que abriram uma ocorrência. O delegado mandou eu parar com aquilo! hahaha.
  
Enfim, passada a fase inicial de quase toda banda, em que você faz um show a cada semestre (quando alguma alma caridosa resolve abrir as portas pra um bando de moleques), montamos uma banda chamada "Cygnus". A gente fazia covers do Rush (já tínhamos aprendido a tocar). Mas a banda quase terminou num show em que fizemos num festival no Colégio da Asa Norte. Um pouco antes de entrarmos no palco, resolvi ir ao banheiro. Quando baixei a calça, uma bomba explodiu. Destruiu o banheiro inteiro e eu não morri ou fiquei surdo por muita sorte. Coisa de menino, que bota bomba em banheiro de escola. O festival, que acontecia todo ano, acabou naquela bomba. Nunca mais fizeram. Aconteceu... Sobrevivi e cá estou!

Em seguida, fui chamado pra integrar a banda "Anima Verba", que teve boa repercussão na cidade, gravando dois LP's. Participei do segundo LP, e quem não souber o que é um LP que me desculpe. Eu é que não vou tentar explicar. Tem gente que não sabe nem o que é CD, imagina um LP! rsrs

Algum tempo depois, entrei numa banda chamada "Oskara". Aí a coisa ficou mais séria. Gravamos um CD no Rio de Janeiro, com o saudoso produtor Tom Capone. Época de muita diversão. No ano de 1996 a gente rodou, de carro, 36 mil quilômetros. Fomos a tudo quanto foi lugar pra fazer show. Bons tempos!
  
 

Em 1999 a banda acabou e montei o "Birinaite". Com este trabalho, começamos a tocar em bares de Brasília um trabalho de covers de rock nacional e internacional. Fizemos mais de 1000 shows nestes 12 anos. Bom demais! O Birinaite gravou um CD, com a produção do Leonardo Brandão.

Em 2004 compus o grande sucesso do cancioneiro francês chamado "Lucienne". Esta eu cantei, toquei violão e gravei no quarto da minha casa. Rodou a internet e muita gente curtiu. Mas era de brincadeira só...rs.

Em 2005 criamos a banda "Superaudio", pra tocar trabalho autoral. Gravamos um CD, chamado "O Tempo que Precisar", produzido pelo Kiko Péres (ex-Natiruts). O Birinaite passou a ser só cover. Em 2008 fomos a NY gravar o segundo CD, chamado "Minimax", desta vez produzido pelo Philippe Seabra, da Plebe Rude. A formação das duas bandas é a mesma, e no início de 2011 o vocalista saiu e todos passaram a cantar. Hoje eu faço, além da bateria, os backings junto com a banda, além de cantar algumas solo. Meu mestre Phil Collins é a inspiração.

Pra conhecer mais o Superaudio: http://www.superaudio.com.br/
  
No final de 2010 gravei meu primeiro trabalho de compositor. Compus 9 canções, letra e música, e chamei a cantora Indiana Nomma pra dar voz ao projeto. Lançarei em 2011.

Literatura:

Autor dos livros "O Mundo de Vidro", "Ainda não te disse nada" e "O Rosto que Precede o 

Sonho"

Edição: 3

Editora: Porto 71
ISBN: 9788591184002
Ano: 2011
Páginas: 235

Sinopse - O Mundo de Vidro 

Até onde pode ir a paixão de uma pessoa por outra? Como, quando e por que começa? Até que ponto pode-se cometer alguma loucura para fazer parte da vida de alguém? Quais as consequências da paixão avassaladora incompreendida? Nesse seu primeiro e hilariante romance, Maurício Gomyde retrata o cotidiano de um cidadão normal como tantos que se vê por aí em qualquer canto, tentando responder estas aparentemente simples perguntas. Passeando com extrema facilidade tanto pela linguagem refinada e sutil quanto pela tosca, Maurício Gomyde nos brinda com um livro de leitura fácil e extremamente agradável.
Ainda não te disse nada
Edição: 1
Editora: Porto 71
ISBN: 9788591184019
Ano: 2011
Páginas: 236

Sinopse - Ainda não te disse nada 

"Ninguém mais escreve cartas hoje em dia", Marina pensava. Até que um dia uma caiu em suas mãos por engano e mudou o rumo de sua vida. Levou-a ao lugar que ela sempre sonhou. E a conhecer o amor do jeito que nunca imaginou, da forma mais improvável do mundo...
O Rosto que Precede o Sonho
Edição: 1
Editora: Porto71
ISBN: 0
Ano: 2012
Páginas: 176

Sinopse - O Rosto que Precede o Sonho 


Os sinais que ele não percebeu, no dia do acidente, poderiam ter evitado que seus pais entrassem naquele avião. Tempos depois, algo inesperado mudou o rumo das coisas, e ele, então, passou a esperar o dia em que os sinais voltariam... Tomas Ventura levava uma vida quase perfeita, cercado por tudo que sempre quis: um violão, um telescópio, muitos discos bons, amigos, um emprego de sonhos e uma casa que flutuava. Mas no dia em que recebeu a proposta de trabalho da sua vida, o convite para participar da trilha sonora de um grande filme de Hollywood, ele decidiu dizer “não”. Até que dois sinais, os olhos cor de mel daquela menina, mostraram-lhe que ainda havia motivos para seguir em frente... Veja o que os blogs já disseram sobre o livro: “Romance impecável, com uma trilha sonora de fazer inveja a qualquer filme hollywoodiano” (Pausa para um Café); “Impossível terminar de lê-lo e não sentir vontade de viver mais e aproveitar as coisas simples da vida” (Nua e Crua); “Uma história tão simples e sincera quanto o amor deve ser. Leitura indispensável” (Tô Pensando em Ler); "Arrebatador, imperdível, emocionante” (Páginas Encantadas); “Um livro para ser ouvido, ou uma canção para ser lida” (Moonlight Books); "O mais audacioso e melhor trabalho do autor até agora. Marcante, real e encantador, este livro merece ser lido URGENTEMENTE!" (Vício de Cultura); “A história deste livro é algo que todo leitor deveria experimentar." (Contando Livros)

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