Lançamentos - Editora Landmark

Editora Landmark


A Editora Landmark vem desde sua criação desenvolvendo sua linha editorial com o intuito de trazer ao público-leitor brasileiro o acesso à boa literatura, seja ela nacional ou estrangeira. O compromisso e a visão da Editora Landmark estão alinhados com o propósito de ir ao encontro das necessidades de um mundo que rapidamente se transforma e com o propósito de nutrir os ideais de uma época de conscientização global.
A Editora Landmark tem como sua tarefa primordial a revelação de mensagens importantes através dos livros que publica, na certeza de que são muitos e diferentes os caminhos que nos conduzem ao crescimento e que tornam o conhecimento acessível a todos os leitores. Deste modo, desde sua formação, a Editora Landmark desenvolve linhas editoriais com textos e imagens que se complementam através de projetos elaborados especialmente para oferecer ao leitor cultura, entretenimento e momentos de grande prazer.
Estas linhas desenvolvidas apresentam-se em ficção brasileira, ficção estrangeira, crítica literária, ensaios sobre História e Filosofia, análise e apresentação de textos originais sobre os principais formadores da Sociedade Brasileira. Apresenta também novas versões, sempre em edições bilíngues, para grandes textos e obras da literatura universal, ampliando com isso a oportunidade do público brasileiro no acesso a esses autores, procurando resgatar em suas obras, através de novas traduções, os grandes autores da literatura muitas vezes esquecidos ou deixados em segundo plano, mas essenciais na formação do espírito crítico de um país e de seu povo.
Deste modo, a Editora Landmark está criando dois novos selos editoriais – Landmark Digital e Artes & Música – o primeiro voltado para as novas tecnologias com lançamento simultâneo de seu catálogo em formato digital e o segundo voltado para a divulgação de teses e dissertações acadêmicas, bem como para o resgate de títulos e da produção intelectual das áreas que envolvam as áreas musicais e das ciências humanas, sociais e artísticas nacionais. Esses materiais, que por força da restrição de certas linhas editoriais e pelos custos envolvidos não possuem possibilidade de atingir o grande público, estarão sendo lançados apostando-se em novas tecnologias para a divulgação dessa produção.



LANÇAMENTOS


Bel-Ami de Guy de Maupassant
ISBN 978-85-8070-016-9
Tamanho: 160 x 230 mm
Páginas: 432
Preço da Capa: R$37,00
Selo: Editora Landmark

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O lançamento de “BEL-AMI” pela Editora Landmark apresenta pela primeira vez esta magnífica e importante obra-prima de Guy de Maupassant em uma inédita E EXCLUSIVA edição bilíngue de luxo, em capa dura, resgatando toda a magnificência de uma das maiores obras da literatura ocidental.
“BEL-AMI” é um romance realista escrito por Guy de Maupassant publicado em 1885 sob a forma de folhetim na revista literária “Gil Blas”. O romance explora a sociedade e as atitudes em relação à riqueza, ao poder e ao oportunismo, retratando a ascensão social de Georges Duroy, homem ambicioso e sedutor, além de arrivista e oportunista, lançado ao topo sociedade parisiense, graças à ajuda de suas amantes e do conluio entre a imprensa, as finanças e a política.
Maupassant descreve as ligações existentes entre o capitalismo, a política e a imprensa, além da influência feminina, privadas da vida pública da época. A obra se apresenta como uma pequena monografia da imprensa parisiense, onde Maupassant retrata implicitamente a sua própria experiência como jornalista. Assim a ascensão de Georges Duroy, OU “BEL-AMI”, pode ser comparada à própria ascensão de Maupassant. De fato, “BEL-AMI” é a descrição perfeita e inversa da vida de Guy de Maupassant, onde Georges Duroy representa o contrário do autor, conforme pode ser visto ao longo do romance. Através do personagem, o autor nos faz descobrir o mundo do jornalismo e da alta sociedade, sob a ótica dos escândalos políticos e financeiros.
Contrariamente ao seu primeiro romance, “Uma Vida”, onde o ritmo lento se ajusta perfeitamente à vida insuficiente da personagem principal, “BEL-AMI” retrata o agitado mundo parisiense no qual os personagens devem trilhar um caminho estreito. Agindo como um verdadeiro canalha, incerto e inconstante tanto nos domínios do amor quanto nos das ideias, Georges Duroy se vale de seu charme, do seu corpo e das mulheres para crescer social, política e financeiramente.
No início do romance, Duroy é apenas um jovem pobre do interior que busca fazer fortuna. Apesar de sua origem, a ambição de Georges Duroy faz com que ele tenha como propósito, ser um dos homens mais ricos e poderosos da França. A partir desse objetivo, ele utiliza o seu charme e boa aparência para seduzir as mulheres de políticos e homens influentes da capital francesa.
O romance, recheado de cenas sensuais, descreve Paris em detalhes: Ao longo do romance, Duroy frequenta locais famosos na cidade, como o cabaré Folies Bergère e o Bois de Boulogne, além das regiões campesinas em torno da capital francesa, e certas cenas se passam nas igrejas de Paris, como na Igreja da Trindade e na Igreja de Santa Madalena.
Georges Duroy explora as fraquezas das pessoas que o cercam em proveito próprio dentro de um processo pessoal de manipulação: Ele utiliza o sexo como uma arma para conseguir das amantes o que deseja, uma vez que Cada mulher que ele seduz serve para um propósito específico, seja profissional, financeiro ou até mesmo político.


O Morro dos Ventos Uivantes - Wuthering Heights
ISBN 978-85-8070-003-9
Tamanho: 16cmx23cm
Páginas: 304
Preço da Capa: R$25,00
Selo: Editora Landmark

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A Editora Landmark apresenta mais um dos grandes Clássicos da Literatura, em uma nova e inédita tradução para a Língua Portuguesa, em edição bilíngue, resgatando toda a profundidade e maestria do romance «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES», de Emily Brontë.
«O MORRO DOS VENTOS UIVANTES»foi publicado em 1847 através do pseudônimo «Ellis Bell». Hoje considerado um dos grandes clássicos da literatura universal, caracteriza-se como uma grande história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, tendo recebido fortes críticas quando de sua publicação no século 19.
Um ano antes de seu lançamento, as três irmãs Brontë - Charlotte, Emily e Anne - haviam publicado uma coletânea de poemas sob o nome de «Currer, Ellis e Acton Bell». Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as «Irmãs Brontë» e os «Irmãos Bell» fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: qual das irmãs Brontë seria qual dos irmãos “Bell? Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte Brontë; outros sugeriam que os demais pseudônimos «Bell» não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão, Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença a «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES», comparando-a desfavoravelmente com «Jane Eyre», de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação de «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES» como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, uma vez que - é fortemente influenciado pelo estilo de lorde Byron e Percy Shelley, em suas poesias, e pelo ar gótico e rebuscado de Horace Walpole (autor do primeiro romance gótico «O Castelo de Otranto») e por Mary Shelley (autora de «Frankenstein» e «O Último Homem»).
«O MORRO DOS VENTOS UIVANTES» possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática é resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo. «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES» já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e televisão. A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e a de 2011, estrelada por Kaya Scodelario e James Howson.


O Retrato de Dorian Gray
ISBN 978-85-8070-018-3
Tamanho: 16cm x 23cm
Páginas: 224
Preço da Capa: R$33,00
Selo: Editora Landmark

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EDITORA LANDMARK PUBLICA A VERSÃO ORIGINAL DE 1890 DE “O RETRATO DE DORIAN GRAY - THE PICTURE OF DORIAN GRAY” DE OSCAR WILDE EM EXCLUSIVA EDIÇÃO DE LUXO BILÍNGUE EM CAPA DURA.
Oscar Wilde, um dos maiores nomes da literatura do século 19, publicou inicialmente O RETRATO DE DORIAN GRAY no periódico norte-americano Lippincott’s Monthly Magazine, em 20 de junho de 1890. Esta versão original é o lançamento que a Editora Landmark promove junto aos seus leitores, em uma edição bilíngue com os 13 capítulos originais publicados pela revista norte-americana, sem as alterações posteriores de 1891, que a editora Inglesa Ward, Lock and Company exigiu para lançá-lo no mercado britânico.
Essas exigências e modificações deveriam suavizar a trama, abrandar a influência negativa de Lorde Henry e moderar o relacionamento de Gray com os demais personagens, constituindo assim uma segunda versão mais amena. Dorian Gray é um belo e ingênuo rapaz retratado pelo artista Basil Hallward em uma pintura. Mais do que um mero modelo, Dorian Gray torna-se inspiração a Basil em diversas outras obras. Devido ao fato de todo seu íntimo estar exposto em sua obra prima, Basil não divulga a pintura e decide presentear Dorian Gray com o quadro. Com a convivência junto a Lorde Henry Wotton, um cínico e hedonista aristocrata muito amigo de Basil, Dorian Gray é seduzido ao mundo da beleza e dos prazeres imediatos e irresponsáveis, espírito que foi intensificado após, finalmente, conferir seu retrato pronto e apaixonar-se por si mesmo. A partir de então, o aprendiz Dorian Gray supera seu mestre e cada vez mais se entrega à superficialidade e ao egoísmo. O belo rapaz, ao contrário da natureza humana, misteriosamente preserva seus sinais físicos de juventude enquanto os demais envelhecem e sofrem com as marcas da idade.
O desfecho da história é surpreendente, cujo segredo está n’O RETRATO DE DORIAN GRAY. O clássico despertou grande polêmica na Inglaterra vitoriana pelo comportamento indiferente, pelo Esteticismo como principal tema e pela dualidade do personagem principal, hedonista e conservador, que frequenta tranquilamente reuniões da alta sociedade inglesa após cometer inúmeros crimes e assassinatos.
Em 2009, as telas de cinema em todo mundo receberam uma nova versão de O RETRATO DE DORIAN GRAY, dirigido por Oliver Parker e estrelado por Ben Barnes (As Crônicas de Nárnia), o vencedor do Oscar de Melhor Ator em 2011 Colin Firth (O Discurso do Rei), Rachel Hurd-Wood (Perfume: A História de um Assassino) e Ben Chaplin (Além da Linha Vermelha) e lançada nas telas brasileiras em 2011 através da Europa Filmes.
A NOVA EDIÇÃO DE LUXO BILÍNGUE EM CAPA DURA
A nova edição de luxo bilíngue lançada pela Editora Landmark resgata a obra em sua forma original e oferece ao público a versão de 1890, mais densa, explícita e polêmica do romance de Wilde.


Orgulho e Preconceito
ISBN 978-85-8070-019-0
Tamanho: 16cm x 23cm
Páginas: 400
Preço da Capa: R$32,00
Selo: Editora Landmark

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EDITORA LANDMARK PUBLICA “ORGULHO E PRECONCEITO”, A OBRA-PRIMA DE JANE AUSTEN EM EXCLUSIVA EDIÇÃO DE LUXO BILÍNGUE EM CAPA DURA.
Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou seu segundo romance, ORGULHO E PRECONCEITO, antes dos 21 anos de idade. Assim como em outras obras de Austen, o livro é escrito de forma satírica.
ORGULHO E PRECONCEITO pode ser considerado como especial porque transcende o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra no psicológico, mostrando como o auto-conhecimento pode interferir nos julgamentos errôneos feitos a outras pessoas. A autora revela certas posturas de seus personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra de Jane Austen, visto que se apresentam encobertos nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa apresenta seu poder de expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz em ORGULHO E PRECONCEITO; capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso.
O principal assunto do livro é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor à obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum, e prepara o leitor para a caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes. O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo.
Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.
Considerado a obra prima de Jane Austen, ORGULHO E PRECONCEITO ganhou diversas versões para o cinema e televisão, a mais recente em 2005, com interpretações de Keira Knightley e Matthew Macfadyen nos papéis principais.


Persuasão
ISBN 978-85-8070-017-6
Tamanho: 16cmx23cm
Páginas: 208
Preço da Capa: R$28,00
Selo: Editora Landmark

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EDITORA LANDMARK PUBLICA “PERSUASÃO”, DE JANE AUSTEN EM EXCLUSIVA EDIÇÃO DE LUXO BILÍNGUE EM CAPA DURA.
A EDITORA LANDMARK, ESPECIALIZADA EM GRANDES CLÁSSICOS BILÍNGUES DA LITERATURA, LANÇA NOVA EDIÇÃO DE SUAS OBRAS EM EDIÇÃO DE LUXO BILÍNGUE, EM CAPA DURA, A PREÇOS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO. “BEL-AMI”, DE GUY DE MAUPASSANT, “O RETRATO DE DORIAN GRAY”, DE OSCAR WILDE, “ORGULHO E PRECONCEITO” E “PERSUASÃO”, DE JANE AUSTEN SÃO OS PRIMEIROS LANÇAMENTOS.
"PERSUASÃO" é o último romance completo escrito por Jane Austen, sendo publicado postumamente em 1818. Jane Austen começou a escrever "PERSUASÃO" após ter terminado de escrever "Emma", e concluído-o em agosto de 1816. A obra costuma ser associada a outro de seus romances, “A Abadia de Northanger”, não somente pelo fato dos dois livros terem sido originalmente publicados em um único volume, mas também por estarem ambas as histórias situadas na cidade de Bath, balneário onde Jane Austen viveu entre os anos de 1801 e 1805.
A trama de "PERSUASÃO" gira em torno dos amores de Anne Elliot que se apaixona pelo pobre, porém ambicioso jovem oficial da marinha, capitão Frederick Wentworth. A família de Anne não concorda com esta relação e a persuade a romper o relacionamento amoroso. Anos após, Anne reencontra Frederick, agora cortejando sua amiga e vizinha, Louisa Musgrove.
"PERSUASÃO" é amplamente apreciado como uma simpática história de amor, de trama simples, bem elaborada, sendo original por diversos motivos, mas principalmente pelo fato de ser uma das poucas histórias da escritora que não apresenta a heroína em sua plena juventude. O romance também é um apanágio ao homem de iniciativa, retratado através do personagem do capitão Frederick Wentworth que parte de uma origem humilde e que alcança influência e posição social pela força de seus méritos pessoais.
"PERSUASÃO" representa a fase mais amadurecida de Jane Austen, que consegue manter um distanciamento com relação ao tom satírico de seus romances anteriores. Por meio da análise do caráter da protagonista, Jane Austen já demonstra ao leitor seu amplo conhecimento sobre a complexidade do comportamento humano. A escritora encontrou uma técnica tão apropriada para descrever a personalidade de seus personagens que conseguiu influenciar diversos roteiristas e diretores da sétima arte. As obras de Jane Austen já foram adaptadas mais de sessenta vezes para o cinema, rádio e televisão, sendo as mais recentes: "Razão e Sensibilidade" (1995), dirigido por Ang Lee e protagonizada por Emma Thompson, Kate Winslet e Hugh Grant; "Orgulho e Preconceito" (2005), indicado para vários prêmios da Academia e estrelado pela bela Keira Knightley. "PERSUASÃO" serviu ainda como pano de fundo, aliás, como uma das personagens da trama no filme «A Casa do Lago» (2006), dirigido por Alejandro AgrestI e estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock.


O Coração das Trevas
ISBN 978-85-88781-95-5
Tamanho: 16cmx23cm
Páginas: 176
Preço da Capa: R$35,00
Selo: Editora Landmark

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O CORAÇÃO DAS TREVAS é um romance escrito pelo escrito anglo-polonês Joseph Conrad.
Antes da sua publicação em 1902, apareceu como uma série em três partes, publicado na Blackwood Edinburgh Magazine entre fevereiro e abril de 1899. É amplamente considerada pela crítica especializada internacional como uma das 100 mais importantes obras da literatura mundial e inglesa do século 20 e parte do cânone ocidental.
A história trata das experiências do aventureiro Charles Marlow, um inglês que obteve uma posição junto a uma companhia de comércio belga como capitão de um barco fluvial a vapor nos territórios das colônias da África. Embora Joseph Conrad não identifique qual rio localizado no Estado Livre do Congo (à época uma colônia propriedade privada do rei Leopoldo II da Bélgica), provavelmente trata-se do grande e importante rio Congo. Marlow é contratado para transportar marfim rio abaixo. No entanto, a sua tarefa mais urgente é procurar e descobrir o paradeiro do senhor Kurtz, um dos mais famosos administradores dos entrepostos da colônia, cujo paradeiro e destino é ignorado por todos.
Joseph Conrad construiu uma narrativa simbólica com uma história dentro da própria história, ou uma narrativa moldura: Marlow conta a um grupo de amigos a bordo de um navio ancorado no estuário do rio Tâmisa, desde o anoitecer até o nascer do sol do dia seguinte, sua aventura congolesa. A passagem do tempo e o céu escurecido de um pôr-do-sol sobre Londres, enquadram a atmosfera densa e pesada da história dentro da história.
O CORAÇÃO DAS TREVAS serviu como história base para a produção de Francis Ford Coppola - Apocalipse Now - de 1979. O filme, famoso pela atuação de Marlon Brando como Kurtz, transpôs a história da região do Congo Belga para o Vietman durante os conflitos entre os Estados Unidos da América e as forças socialistas do então Vietman do Norte.
O lançamento de O CORAÇÃO DAS TREVAS pela EDITORA LANDMARK apresenta pela primeira vez esta magnífica e importante obra de Joseph Conrad em uma inédita edição bilíngue, resgatando toda a magnificência de uma das maiores obras da literatura ocidental.



Futuros Lançamentos


    Bram Stoker



    Oscar Wilde



    Herman Melville 




    Oscar Wilde 




    Rudyard Kipling 




    Jules Verne


PREVISÃO DE LANÇAMENTO:
I semestre de 2013



    L Frank Baum



    Oscar Wilde 




    Rudyard Kipling 




    Rudyard Kipling 




    Oscar Wilde 

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