Nova Parceira - Ediouro Publicações + Concurso Cultural

Ediouro
O catálogo da Ediouro contém mais de 7 mil títulos dos mais variados temas. Dentre os autores, destacam-se Luis Fernando Veríssimo, Stephen Hawking, Lawrence Durrell, Amós Oz, Christopher Hitchens, Rosa Monteiro, Mario Vargas Llosa, William Burroughs, Muriel Spark e muitos outros grandes nomes da literatura nacional e estrangeira. Diversos livros da Ediouro se tornaram fenômenos editoriais, com milhares de exemplares vendidos. Alguns bons exemplos são Quando Nietzsche chorou, Almanaque dos Anos 80, A vida do bebê e Guinness World Records.

Nova Fronteira
Fundada em 1965 e adquirida pela Ediouro em 2006, a Nova Fronteira abriga em seu catálogo mais de 3 mil títulos de renomados autores nacionais e estrangeiros, como Thomas Mann, Jean Paul Sartre e Günter Grass, vencedores do Prêmio Nobel de Literatura. O catálogo da Nova Fronteira conta com obras de variados estilos, de clássicos e romances a livros de Gastronomia e Artes, dentre outros. O selo se apoia em dois grandes pilares: literatura e obras de referência. A lista de grandes autores nacionais é inesgotável: Guimarães Rosa, Marques Rebelo, João Ubaldo Ribeiro, Josué Montello, Cecília Meireles, Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto são alguns dos nomes principais, que conta ainda com ilustradores como Rui de Oliveira, Ziraldo, Cláudio Martins e Roger Melo. Dentre os escritores estrangeiros, além dos vencedores do Nobel, destaque para Virginia Woolf, Marguerite Yourcenar, Ítalo Svevo, Ezza Pound, Dino Buzzati e Agatha Christie. 
 Lançamentos

Agir

Adquirida pela Ediouro em 2002, a Agir sofreu grande reforma editorial e gráfica em 2004. Manteve seus principais títulos, como O pequeno príncipe e Auto da compadecida e incorporou a seu catálogo autores como Pagu, Antonio Callado, Edison Carneiro, Bárbara Heliodora, Flávio Moreira da Costa e Lúcio Rangel. A Agir também abre espaço para jovens autores, apostando em uma continuidade fértil da literatura brasileira. 

Lançamentos
Thomas Nelson Brasil
O grupo editorial Thomas Nelson surgiu no fim do século XVII, no Reino Unido, e hoje tem sede em Nashville, nos Estados Unidos. Em 2006, uniu-se à Ediouro e se tornou um dos líderes no mercado brasileiro de livros de Desenvolvimento Pessoal e de literatura inspiracional e motivacional. A Thomas Nelson Brasil conta em seu catálogo com renomados autores nacionais e estrangeiros, como Augusto Cury, Gustavo Cerbasi, John C. Maxwell, Max Lucado e Stormie Omartian.

Lançamentos

images (1)

- A Nova Fronteira foi escolhida para editar o primeiro livro adulto de J.K. Rowling (autora da série Harry Potter) no Brasil. "The Casual Vacancy" terá lançamento mundial em inglês dia 27 de setembro e a previsão é que a tradução seja publicada ainda em 2012!


- O lutador Vitor Belfort, uma das lendas do MMA e um dos treinadores do programa The Ultimate Fighter Brasil - Em Busca dos Campeões (TV Globo) vai encarar um novo desafio e publicará seu primeiro livro pela Thomas Nelson Brasil. O livro será lançado em junho, antes da luta com Wanderlei Silva. 


- A editora Agir acaba de lançar "O Poder dos Quietos". Fenômeno de vendas nos Estados Unidos, o livro de Susan Cain mostra que a introversão (timidez), atualmente encarada como um traço de personalidade de segunda classe, pode ser extremamente produtiva e foi essencial para ideias que impulsionaram o desenvolvimento de nossa sociedade.
 
O Poder dos Quietos - CAPA
O PODER DOS QUIETOS
Fenômeno de vendas, livro de Susan Cain mostra que a introversão, atualmente encarada como um traço de personalidade de segunda classe, pode ser extremamente produtiva e foi essencial para ideias que impulsionaram o desenvolvimento de nossa sociedade
Um dos livros mais vendidos do ano nos Estados Unidos segundo o jornal The New York Times, O poder dos quietos, da americana Susan Cain, lançado no Brasil pela Editora Agir, mostra que a introversão é ingrediente fundamental para a criatividade e a inovação. Embasada por estudos científicos, além de ter realizado um extenso trabalho de pesquisa, a autora afirma que nossa sociedade vem transformando escolas e escritórios em instituições dedicadas a extrovertidos — arquétipo que tem se revelado um grande desperdício de talento, energia e felicidade.
O sistema de valores contemporâneo segue a crença de que todos precisariam se sentir confortáveis sob a luz dos holofotes. A introversão vem sendo encarada como um traço de personalidade de segunda classe, praticamente como uma patologia. O que o leitor descobre em O poder dos quietos é que está cometendo um erro grave ao abraçar esse ideal. Algumas das maiores ideias humanas — da teoria da evolução aos girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais — vieram de pessoas quietas que sabiam como se comunicar com seus universos interiores. Sem os introvertidos não haveria a teoria da relatividade, os noturnos de Chopin, o Google.
O temperamento extrovertido é atraente, mas, segundo Susan, foi transformado em um padrão opressivo que muitos, mesmo contra sua própria essência, se acham obrigados a adotar. Tal ponto de vista surge fundamentado pelas mais recentes pesquisas nas áreas da psicologia e da neurociência, que têm apresentado ideias iluminadoras: os introvertidos, por exemplo, sentem-se confortáveis com menos estímulo, como quando resolvem palavras cruzadas ou leem um livro; já os extrovertidos gostam da vibração extra de atividades como conhecer pessoas novas e esquiar em montanhas perigosas.
Especialistas afirmam também que os dois tipos trabalham de maneiras diferentes. Os extrovertidos tendem a terminar tarefas em pouco tempo, tomando decisões rápidas, enquanto os introvertidos costumam atuar de forma mais lenta e ponderada, focando-se em uma tarefa de cada vez. “Pessoas introvertidas são pensadores atentos e reflexivos, capazes de tolerar a solidão que a produção de ideias requer. A implementação dessas boas ideias, por sua vez, implica em cooperação, e introvertidos são mais propensos a preferir ambientes cooperativos, enquanto os extrovertidos costumam favorecer a competição”, afirma a autora.
Na primeira parte do livro, Susan trata justamente do “Ideal da Extroversão”, abordando o poder do trabalho solitário e o mito da liderança carismática. A questão do que chamamos de “temperamento” surge como ponto central do módulo seguinte, que, mostrando que introvertidos e extrovertidos pensam e processam dopamina de maneiras distintas, envolve biologia e estudos de personalidade. Já na parte três o assunto recebe um olhar cultural em um debate que envolve amor, trabalho e educação – sempre por meio de uma acurada e delicada observação do dia a dia.
O livro esclarece ainda algumas dúvidas comuns, mostrando que um introvertido não é necessariamente um eremita ou um misantropo. Nem mesmo a palavra “timidez” pode ser tida como um sinônimo de “introversão”: esta é o medo da desaprovação social e da humilhação, enquanto aquela é a preferência por ambientes onde não predominam os estímulos externos. Ao contrario da introversão, a timidez é inerentemente dolorosa.
Assim com acontece com outros opostos complementares (masculinidade e feminilidade, Ocidente e Oriente, liberais e conservadores), a humanidade seria irreconhecível sem a divisão entre introvertidos e extrovertidos. Poetas e filósofos têm pensando sobre o assunto desde o início dos tempos, sendo que os dois tipos aparecem na Bíblia e em escritos da antiguidade clássica. O poder dos quietos, assim, leva o leitor a se aprofundar no comportamento humano e mudar a maneira pela qual enxerga a si mesmo.




Sinopse
Em um mundo que exalta o Ideal da Extroversão, a timidez é vista como algo entre a decepção e a patologia. Pessoas quietas são subestimadas a todo instante e sentem que precisam aprender a ser mais comunicativas. Mas O poder dos quietos marca o fim desse dogma da sociedade. Com uma pesquisa minuciosa e diversos casos de introspecção bem-sucedida, Susan Cain mostra por que a introversão e a timidez podem ser o combustível – e não o obstáculo – para os mais diversos êxitos.
Trechos
“Nossas vidas são moldadas tão profundamente pela personalidade quanto pelo gênero ou código genético. E o aspecto mais importante da personalida­de — ‘o norte e o sul do temperamento’, como diz um cientista — é onde se cai no espectro introversão-extroversão. Nosso lugar nesse contínuo influencia nossa escolha de amigos e colegas, em como levamos uma conversa, resolvemos diferenças e demonstramos amor. Afeta a carreira que escolhemos e se seremos ou não bem-sucedidos nela. Governa o quanto temos tendência a nos exercitar, a cometer adultério, a funcionar bem sem dormir, a aprender com nossos erros, a fazer grandes apostas no mercado de ações, a adiarmos gratificações, a sermos bons líderes e a perguntar: ‘E se?’”
***
Dizem que para sermos bem-sucedidos temos que ser ousados, que para sermos felizes temos que ser sociáveis. Vemo-nos como uma nação de extrovertidos — o que significa que perdemos de vista quem realmente somos. Dependendo de que estudo você consultar, de um terço a metade dos norte-americanos são introvertidos — em outras palavras, uma em cada duas ou três pessoas que você conhece. (Considerando que os Estados Uni­dos estão entre uma das nações mais extrovertidas, o número deve ser pelo menos tão alto em outras partes do mundo.) Se você não for um introvertido, você certamente está criando, gerenciando, namorando ou casado com um.
Se essas estatísticas o surpreendem, provavelmente é porque muitas pessoas fingem ser extrovertidas. Introvertidos disfarçados passam batidos em parqui­nhos, vestiários de escolas e corredores de empresas. Alguns enganam até a si mesmos, até que algum fato da vida — uma dispensa, a saída dos filhos de casa, uma herança que permite que passem o tempo como quiserem — os leva a ava­liar sua própria natureza. Você só precisa abordar o tema deste livro com seus amigos e conhecidos para descobrir que mesmo as pessoas mais improváveis consideram-se introvertidas.
***
Mas cometemos um erro grave ao abraçar o Ideal da Extroversão tão incon­sequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções — des­de a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais — vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados. Sem introvertidos, o mundo não teria:
A teoria da gravidade
A teoria da relatividade
“O segundo advento”, de W.B. Yeats
Os noturnos de Chopin
Em busca do tempo perdido, de Proust
Peter Pan
1984 e A revolução dos bichos de George Orwell
O Gato, do Dr. Seuss
Charlie Brown
A lista de Schindler, E.T. e Contatos imediatos de terceiro grau, de Steven Spielberg
O Google
Harry Potter
Como escreveu o jornalista científico Winifred Gallagher: “A glória da dis­posição que faz com que se pare para considerar estímulos em vez de render-se a eles é sua longa associação com conquistas intelectuais e artísticas. Nem o E=mc² de Einstein nem Paraíso perdido de John Milton foram produzidos por festeiros.” Mesmo em ocupações menos óbvias para os introvertidos, como as finanças, a política e o ativismo, alguns dos grandes saltos foram dados por eles. Neste livro veremos figuras como Eleanor Roosevelt, Al Gore, Warren Buffett, Gandhi — e Rosa Parks —, que conquistaram o que conquistaram não “apesar de”, mas por causa de sua introversão.
***


A AUTORA
Susan Cain

Olá, eu sou Susan Cain!
Meu livro, "O Poder dos Quietos", já está disponível nas livrarias.
Antes de me tornar escritora, atuei por sete anos na área de direito onde representei clientes como JP Morgan e General Electric (GE). Depois trabalhei como consultora de negócios treinando as pessoas sobre a melhor maneira de investir suas finanças. Atendi clientes como Merrill Lynch, Shearman & Sterling e muitos outros. Estudei na Universidade de Princeton e me especializei em direito na Universidade de Harvard.
De tudo isso você pode imaginar que sou extrovertida e maravilhosamente autoconfiante, quando na verdade sou exatamente o oposto. Eu prefiro ouvir a falar, ler a socializar, e conversas aconchegantes a reuniões em grupo. Eu gosto de pensar antes de falar (suavemente). Nunca ministro uma palestra sem antes me sentir aterrorizada, embora eu já tenha ministrado muitas. E de alguma forma eu sei que tudo que eu já realizei, no amor e no trabalho, devo a essas características, embora em alguns momentos elas sejam irritantes. Explorei esse paradoxo no meu primeiro livro, "O Poder dos Quietos", publicado no Brasil pela Agir Editora em Maio de 2012.
Eu vivo nas margens do rio Hudson (Nova Iorque, Estados Unidos), em uma casa de campo de 1822 com meu amado marido, filhos e magnólias. Minhas atividades favoritas são ler, escrever, passear pelas cafeterias e dançar mambo com minha família. Eu uso várias expressões antiquadas. Algumas vezes por ano, tento gostar de cozinhar. Sou uma curiosa insaciável quando o assunto é a natureza humana.


Pessoal, iniciamos nossa parceria trazendo para vocês o Concurso Cultural "O PODER DOS QUIETOS" patrocinado pela Agir^^

Banner Agir
Regrinhas obrigatória:


Seguir o Twitter da Agir: @agireditora


Seguir o Facebook da Agir: http://facebook.com/agireditora


Responda: Baseado na sinopse e nos trechos divulgados, você concorda ou discorda da frase onde a autora diz: "a introversão e a timidez podem ser o combustível – e não o obstáculo – para os mais diversos êxitos". Não esqueça de justificar sua resposta de forma coerente. As mesmas serão avaliadas pela Editora que escolherá duas respostas vencedoras.



O Concurso inicia-se hoje 04/05/2012 com término dia 04/06/2012.

A divulgação do ganhador será dia 07/06/2012.

Preencha o formulário abaixo uma única vez.

Qualquer dúvida, deixe nesse post o seu comentário.


Boa Sorte!








Olá Pessoal,


Desculpem a demora na divulgação, agradecemos a participação de todos, gostamos muito das opiniões sobre o tema proposto e as vencedoras foram:




Parabéns!!
Diego e Mayra


A Editora enviará "O PODER DOS QUIETOS"  para vocês em até 30 dias.

0 comentários:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Layout por Flavinha Garota de Aquario

Design by Emporium Digital