Falando de Amor



Não sei se falo de amor...
No decorrer da madrugada, pensamentos que entorpecem, embriagam os sentidos e me deixa assim, buscando fragmentos de mim em meio aos seus gestos, sua doçura, seu sono...
Então o coração bate num descompasso só. A razão fica sem sentido. Tento outra vez e, outra vez, me encontro não!
Perco o sono nessa busca, apalpando no escuro, perguntando pudico por onde é que eu andava dentro dela...
Sem respostas, sem ligeirezas, troco o cigarro por um copo d´água.
Sentimentos doídos que nascem de um só, se é que amor pode ser chamado assim.
É um trem que deixa tonto e outras vezes são.
Que acabrunha e ao mesmo tempo dá vigor.
Trem esquisito isto de amor!
Não sei se falo de amor...
Não sei se falo de amor ou de outras fúrias...

Uma noite de quinta-feira repleta de amor a todos.

Libério Lara

2 comentários:

Anônimo,  ter. out. 25, 06:32:00 PM  

Intenso!
Me lembrou de Pablo Neruda! *-*
Parabéns por todo o talento, e muitas bençãos de Deus, para que você continuar seus trabalhos assim, como se stivesse se doando!



beijo,
Aninha - Ofício dos Livros

Mariana B. Sampaio sex. nov. 04, 10:32:00 PM  

Como sempre, lindos textos! Um dia o Brasil e o resto do mundo irá conhecê-lo!

Beijinhos.

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