Um Amor de Detetive - Sarah Mason

Um Amor de Detetive 
» sinopse
Neste divertido romance de estréia de Sarah Mason, Um amor de detetive, os opostos se encontram e - como não poderia deixar de ser, também se atraem.

A bela Holly Colshannon é uma ambiciosa e desastrada jornalista da Bristol Gazette.

James Sabine (apenas um pouco mais bonito que ela), é um sargento-detetive durão, grosseiro e ressentido.

Levados pelo acaso , eles se encontram diversas vezes por conta de uma série de conicidências bastante oportunas.

Rapidamente, a determinada Holly vê em James a grande chance de progredir em sua carreira e decide segui-lo por um período de seis semanas a fim de escrever uma coluna criminal, que poderá vir a ser o seu primeiro sucesso jornalístico.

O lado positivo da situação é que ela consegue obter a tão sonhada coluna o lado negativo é que o bonitão não está nem um pouco feliz com a presença constante de Hally em sua vida.

Comentários:
Gente é super divertido, as confussões dessa jornalista já começam no primeiro capítulo….Holly realmente é muito desastrada também com a mãe maluquinha que tem como poderia não ser…mas apesar disso tem um lado bom. porque tem e conhece homens lindos.

Seu namorado Ben “Jogador do Ano” pelo time local de rúgbi, alto, uma coisa fantástica.

Dr. Kirkpatrick o médico bonitão que a atende no Hospital em todas as suas “situações de emergência” e claro o, Sargento-Detetive James Sabine.

Gostei muito do sistema de palavrões de frutas e legumes.
““No passado criamos uma caixinha de palavrões no escritório durante seis meses, na qual depositávamos dinheiro toda vez que falávamos um palavrão, dinheiro esse destinado a fins caritativos.
Três meses depois recebemos uma carta da associação de cegos agradecendo os nossos donativos e dizendo que o dinheiro estava sendo usado para treinar quatro golden retrievers.
Eu era certamente responsável pelo menos por dois cães de guia e uma pata do terceiro.
Por mais que eu seja a favor de uma causa tão digna, meu salário é pequeno e, aparentemente, palavrão não é uma qualidade atraente em uma mulher.
Então inventei um novo sistema de palavrões, usando frutas e legumes que felizmente deu certo aqui no escritório.
As frutas e os legumes que as pessoas detestam referem-se a coisas ruins, e os que elas gostam referem-se a coisas boas.
Por exemplo, minha indicação para trabalhar com a polícia é RABANETE, mas a demissão de pete é maçãs ( não morango nem nada realmente gostoso, porque isso é reservado para coisas absolutamente brilhantes). Agora o escritório está cheio de frases como: “Dá pra acreditar? É realmente um nabo, não é?”
Então esse trabalho com a polícia é NABOS, ABOBRINHAS, COUVES-DE-BRUXELAS e qualquer outra coisa horrível que vocês possam lembrar””.

Como coloca rótulos em algumas pessoas:
Teresa Falsa Santa,
Pete o presunçoso ,
Sargento-Dave-ranzinza-da-recepção, e

Não resisti em colocar uma das pequenas façanhas da nossa desastrada jornalista:
Paramos para tomar alguma coisa no caminho para a delegacia.
James Sabine entra em um café e me pergunta de cara amarrada o que eu quero.
Fico esperando no carro. Mas o rádio está chamando, não pára de chamar. Será que devo seguir a regra número um que diz que não posso falar com ninguém? Por outro lado
James Sabine pode se zangar se perdermos alguma coisa. O rádio continua chamando.
Aperto um botão e digo: "Alô?"
— É a unidade dezessete? — perguntam.
— Acho que sim.
— Você é a repórter, não é? — Há grandes pausas entre cada resposta.
— Sou, sim.
— Onde está a unidade dezessete?
— Ele... foi tomar um café.
— Diga à unidade dezessete que houve um código cinco na Hanbury Road, número onze.
— OK, dez-quatro — eu digo, imitando a fala dos programas de crime da relevisão.
Minha primeira chamada de rádio! Fico tão excitada! James Sabine volta para o carro e me passa uma xícara de café fumegante, muito bem-vinda. Pego a xícara e digo: — Acabamos de receber uma mensagem pelo rádio!
— Nós não recebemos uma chamada, eu recebi uma chamada, e que direito você tem de responder a uma chamada de rádio? Qual é mesmo a regra número um? Não. Falar. Com. Ninguém. E por que cargas d'água eles resolveram falar com você pelo rádio? Isso é supostamente coisa confidencial!
Acho melhor esperar que ele tome um gole de café para dizer alguma coisa. Dou um gole no meu e fico olhando pela janela. Dá para sentir que ele está olhando para mim.
— Então? O que eles queriam? — ele pergunta impaciente. Resisto à tentação infantil de perguntar qual é a palavra mágica.
— Eles disseram que houve um código onze em Hanbury Road, cinco.
— Código onze? Que merda! Largue esse café! Jogue pela janela!
Nossa primeira chamada! Oh, meu Deus! Estamos indo para lá com a sirene ligada, cortando as ruas movimentadas a toda a velocidade. Upaaaaa! Acabamos de derrubar um cone de trânsito! Que fantástico! Todos nos dão passagem quando nós... Um pensamento rápido passa pela minha cabeça. Será que era...? Eu me concentro no percurso, mas o sentimento de desconforto persiste e o pensamento finalmente vem à tona. Não era código onze, era? Será que o número é muito importante? Será que conto para ele? Eu digo, bem baixinho, esperando que ele não me ouça. — Sargento-detetive Sabine. Não era código onze, era código cinco.

— O QUÊ?

Não deixem de ler vocês vão adorar.

Bjs.

4 comentários:

DAN sex set 03, 11:05:00 PM  

Tem selinho pra ti, bj.

http://danfalandodelivros.blogspot.com/2010/09/novo-selinho.html

Nanda Meireles sáb set 04, 09:42:00 AM  

Hahaha, adorei reler esses trechos.
Eu também morri de rir com essa louca.
Beijo

Carol D. sáb set 04, 06:31:00 PM  

Eu ainda não li esse livro mas tenho muita vontade :D Lembra um pouco o livro Um Dinheiro Nada Fácil da Janet Evanovich!
Adorei a resenha, bjos!

Marcia sáb set 04, 08:01:00 PM  

Oi Carol....depois que ler deixa aqui o seu recado...vc vai se divertir muito...não conhecia esse livro..vlw a dica...vou procurar...

Bj.

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